
Atividade orientou mulheres do Instituto Sonhando Alto sobre autocuidado, prevenção e identificação de sinais de alerta.
Na última sexta-feira, dia 10 de outubro de 2025, estudantes do Bacharelado em Enfermagem, do 4° semestre, desenvolveram uma atividade extensionista vinculada às disciplinas Saúde Coletiva e Fundamentos do Cuidar I. O projeto, intitulado “A Importância do Monitoramento dos Sinais Vitais na Prevenção e Promoção da Saúde em Comunidades Vulneráveis”, foi orientado pelas docentes Me. Raissa Mont’Alverne Barreto e Alana Mendes Vieira de Azevedo. A ação ocorreu no Instituto Sonhando Alto (ISA), localizado na Rua Porto Alegre, 28 – Alto da Brasília, em Sobral/CE, sob responsabilidade da coordenadora Nivalda Gadelha Gomes.
O objetivo central da iniciativa foi capacitar e orientar mulheres atendidas pelo Instituto, integrantes das aulas de dança, sobre práticas essenciais de monitoramento dos sinais vitais, como frequência cardíaca, frequência respiratória e pressão arterial. De acordo com a docente Raissa Mont’Alverne, “compreender os sinais vitais é fundamental para que a comunidade reconheça precocemente alterações e busque apoio em tempo oportuno, evitando complicações”.
O projeto também discutiu a importância do acompanhamento contínuo desses indicadores, suas bases legais e o alinhamento com políticas públicas de saúde, reforçando o papel da Enfermagem na promoção do bem-estar e na prevenção de agravos. A docente Alana Mendes destacou que “ações educativas como esta aproximam o cuidado profissional da realidade da comunidade, fortalecendo vínculos e promovendo autonomia no autocuidado”.
A metodologia contemplou um conjunto de atividades educativas e interativas. Foram realizadas palestras, workshops, rodas de conversa e um momento prático de aferição dos sinais vitais, garantindo participação ativa e compreensão qualificada do público. Para facilitar o entendimento, os estudantes utilizaram materiais educativos, banners e recursos visuais explicativos.
A ação também integrou momentos de promoção do vínculo comunitário, incluindo lanche compartilhado, dinâmicas de acolhimento, perguntas interativas e entrega de pequenos mimos, fortalecendo a proximidade entre a comunidade e a academia.
A atividade contribuiu expressivamente para o empoderamento das participantes, promovendo autonomia no autocuidado e maior compreensão sobre a importância de reconhecer sinais de alerta que podem indicar alterações no estado de saúde. A iniciativa reafirma o compromisso social da Enfermagem com comunidades vulneráveis e demonstra a relevância de estratégias educativas no fortalecimento da promoção da saúde.


