Estudantes de Medicina vivenciam atividade de territorialização durante módulo de Atenção Integral à Saúde II

Experiência prática aproximou os acadêmicos da realidade social e sanitária da comunidade, fortalecendo a formação humanizada e o compromisso com o SUS

Na última quarta-feira, 15 de abril de 2026, os estudantes do módulo Atenção Integral à Saúde II (AIS II) participaram de uma importante atividade prática de territorialização, proporcionando uma imersão na realidade social, econômica e sanitária da comunidade acompanhada pela equipe de saúde.

A vivência teve como objetivo aproximar os acadêmicos da dinâmica do território, permitindo a compreensão dos determinantes sociais da saúde e das condições que influenciam o processo saúde-doença da população. Durante a atividade, os alunos percorreram diferentes áreas da comunidade, observando aspectos relacionados à infraestrutura urbana, condições habitacionais, equipamentos sociais, recursos comunitários e serviços de saúde disponíveis.

A experiência possibilitou aos estudantes desenvolverem uma visão ampliada da atenção à saúde, compreendendo o território como um espaço vivo, marcado por características culturais, sociais e ambientais que impactam diretamente a qualidade de vida dos indivíduos e coletividades.

Além da observação do contexto local, os acadêmicos tiveram a oportunidade de dialogar com profissionais da Atenção Primária à Saúde, fortalecendo a compreensão sobre o trabalho interdisciplinar desenvolvido pelas equipes e a importância do planejamento das ações a partir das necessidades identificadas no território.

A atividade integra a proposta pedagógica do módulo AIS II, que busca promover uma formação médica humanizada, crítica e comprometida com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), estimulando o desenvolvimento de competências voltadas para o cuidado integral e para a atuação baseada nas necessidades reais da população.

Por meio dessas experiências práticas, os estudantes ampliam sua capacidade de análise da realidade social e sanitária, fortalecendo habilidades essenciais para a futura atuação profissional, como observação, escuta qualificada, trabalho em equipe e planejamento de intervenções em saúde.

A vivência no território reforça o compromisso institucional com uma formação médica alinhada aos princípios da integralidade, equidade e responsabilidade social, contribuindo para a construção de profissionais mais preparados para atuar nos diferentes cenários de cuidado em saúde.